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September , 2010
Friday





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Archive for junho, 2009

Dicionário Brasileiro de Prazos

Posted by Adrian |Webmaster| On junho - 4 - 2009 ADD COMMENTS

Para evitar que estrangeiros fiquem pegando injustamente no nosso pé, está-se compilando o Dicionário Brasileiro de Prazos. Alias, este livro já deveria estar pronto , mas atrasou. Por isso extraímos alguns trechos que seguem abaixo.

DEPENDE: Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizernão.

JÁ JÁ: Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. Faço já significa “passou a ser minha primeira prioridade”, enquanto

“faço já já” quer dizer apenas “assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito.”

LOGO: Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase “Mas logo eu?”, que quer dizer “tô fora!”

MÊS QUE VEM: Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!

NO MÁXIMO: Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.

PODE DEIXAR: Traduz-se como nunca.

POR VOLTA: Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5 h.

SEM FALTA: É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer “fique tranqüilo que amanhã eu entrego.” E depois do segundo atraso, “relaxa, amanhã estará em sua mesa.” Só aí é que vem o “amanhã, sem falta”.

UM MINUTINHO: É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.

TÁ SAINDO: Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprendez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo…

VEJA BEM: É o Day after do depende. Significa “viu como pressionar não adianta?” É utilizado da seguinte maneira: “Mas você não prometeu os cálculos para hoje?” Resposta: “Veja bem…” Se dito neste tom, após a frase “não vou mais tolerar atrasos, OK?”, exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.

ZÁS-TRÁS: Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário

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Mesmo com razão, você pode estar errado

Posted by Adrian |Webmaster| On junho - 4 - 2009 ADD COMMENTS

Você percebeu que algumas pessoas não conseguem manter relacionamentos e amizades estáveis por muito tempo. A história se repete com precisão quase matemática. De repente, a pessoa vira a cara e corta relações com quem, aparentemente, estava convivendo tão bem.
Assim como eu, você também deve conhecer muita gente assim. É só questão de tempo para ter notícias de que o barraco foi armado e, aquela amizade, que parecia tão bonita, virou pó. Às vezes não conseguimos compreender como esses fatos ocorrem com as mesmas pessoas. Dá até para apostar que dia mais cedo, dia mais tarde, por um motivo ou outro, vão romper relações com alguém.
No ambiente de trabalho esse comportamento pode ser fatal. Cada vez mais os profissionais precisam interagir, trabalhar em equipe e ter uma conduta solidária. Se a pessoa começar a cortar o relacionamento com seus pares, depois de algum tempo poderá se sentir sozinha, desamparada e sem clima para continuar na empresa. De maneira geral, os profissionais são contratados por sua competência, mas são demitidos por seu comportamento.
Algumas são ‘encrenqueiras profissionais’. Veem inimigos e perseguidores até na própria sombra. Sem terem razão, sem nenhum motivo relevante resolvem criticar ou acusar pessoas que não fizeram absolutamente nada. Se você observar o comportamento dessas pessoas, vai constatar que a vida inteira mantiveram o mesmo padrão de conduta. É uma espécie de vício do qual não conseguem se livrar.
Há outras, entretanto, que também não conseguem manter relacionamentos duradouros, que estão sempre rompendo amizades e se afastando daqueles com quem convivem, mas justificam esse comportamento provando que estão certas, que têm a razão do seu lado, e que os outros é que pisaram na bola com elas.
É sobre esse tipo de pessoas que desejo discutir. Pessoas que não fazem nada de errado, mas por causa do comportamento equivocado dos outros são obrigadas a se afastar. São vistas como vítimas e, por mais que tentem compreender os motivos de os outros agirem mal com elas, não conseguem uma boa explicação. Afinal, elas estão certas e os outros, que cometeram os erros, é que estão errados.
O que essas pessoas não conseguem entender é que o ser humano não é infalível. Todos nós estamos sujeitos a cometer erros. Às vezes erramos por ingenuidade, por não percebermos que a nossa conduta poderia contrariar alguém. Em outras circunstâncias erramos por negligência, por falta de atenção, ou porque não somos tão bonzinhos e tínhamos a intenção de levar algum tipo de vantagem.
Exagerei um pouco nas ‘nossas falhas humanas’, talvez até errando nas generalizações, para mostrar que cometer erros, especialmente nos relacionamentos com pessoas com as quais convivemos por mais tempo, é normal, e pode ocorrer com qualquer pessoa, mesmo com aquelas mais equilibradas, ponderadas e sensatas.
Por isso, se nós levarmos tudo a ferro e fogo, sem nos darmos conta de que as pessoas com as quais convivemos, vez ou outra, podem cometer falhas, dificilmente conseguiremos manter e preservar amizades e relacionamentos. Sei que é difícil ficar engolindo sapos, tentando compreender que qualquer um poderia ter determinados deslizes, mas não há outra forma de conviver com as pessoas.
Certa vez assisti a uma palestra da Luiza Helena, dona do Magazine Luiza, e ela comentou que quando um funcionário chega fazendo reclamações e se enchendo de razão porque foi contrariado de alguma maneira, olha bem nos olhos da pessoa e pergunta: afinal, você quer ter razão ou ser feliz?
É essa pergunta que devemos fazer a nós mesmos quando pensarmos em cortar um relacionamento com alguém que teve uma conduta inadequada: será que vale a pena nos afastarmos dessa pessoa por esse motivo? Será que não seríamos mais felizes procurando entender que qualquer outro poderia ter o mesmo comportamento? E, parafraseando a Luiza Helena: eu quero ter razão ou ser feliz?

SUPERDICAS DA SEMANA
Não julgue uma pessoa por uma atitude específica. Avalie a história de vida dela
Antes de romper relações com alguém, analise se não poderá relevar a falha dele
Mesmo tendo razão, talvez não esteja certo mantendo sua posição
Se julgar que um relacionamento irá prejudicá-lo, não hesite em se afastar da pessoa

Por: Reinaldo Polito

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Identidade contra a crise

Posted by Adrian |Webmaster| On junho - 4 - 2009 ADD COMMENTS



Tem-se falado que uma das consequências da crise econômica mundial é uma certa caída de ficha entre as pessoas que têm prazer em ostentar. A tendência, dizem, é não esfregar sua riqueza na cara dos outros. Já não era sem tempo: sempre achei ostentação uma cafonice. Eu pagaria uma fortuna para não andar de limusine, não viver numa casa com 15 quartos e não usar boa parte dos vestidos que desfilaram no tapete vermelho do Oscar. E se alguém me pedisse pra citar um exemplo de mulher jeca, é bem provável que alguma milionária me viesse à cabeça. Um disco voador me largou nesse planeta e esqueceu de me buscar.

Há que se ter uma certa cautela com essa história de crise. Sei que ela existe, mas também sei que o excesso de precaução pode alavancá-la: é tanta gente com medo do que está por vir que a retração começa antes da hora, e aí corta-se, demite-se, enxuga-se. Se a crise acachapante não vier, a desconfiança terá instalado outra crise no lugar.

Mas já que não se fala em outro assunto, vale refletir sobre o que esse momento pode ter de positivo, e a diminuição da ostentação é apenas a ponta do iceberg. Com ou sem crise, já estava mesmo na hora de uma reciclagem de atitudes e de pensamento. Restabelecer prioridades. Sai a conta estratosférica de certos restaurantes, que costumam cobrar até 150% a mais no preço de uma garrafa de vinho, e trocar por encontros entre amigos, em casa, cada um trazendo do super a sua colaboração. Em vez de só darmos atenção para a roupa nova que a nossa amiga está vestindo, reparar melhor no seu semblante e procurar descobrir a razão do seu olhar triste. Deixar o carro mais tempo na garagem e andar a pé ou de bicicleta, que aliás era o meio de transporte preferido de John John Kennedy, que nunca precisou economizar.

Festa de 15 anos para 600 convidados com show ao vivo e três trocas de vestido? Usar brinco, colar, gargantilha, pulseira, anel, tornozeleira, tudo ao mesmo tempo, e ainda carregar uma bolsa de 2 mil dólares com a grife saltando aos olhos? Torneiras de ouro no lavabo (em apartamentos em que a mensalidade do condomínio geralmente está atrasada?) Isso é saber viver?

Cada um escolhe o que fazer com o seu dinheiro, combinado. Mas já que virou moda não ostentar (deveria ser regra), então que se aproveite a tendência da estação para consumir atitudes novas: ser elegante sem torrar uma nota preta, economizar água e ajudar a conter a poluição, não abrir mão de ter amigos verdadeiros, deixar de valorizar relações descartáveis, alimentar a alma e o espírito com muita arte e cultura, buscar um lazer revigorante junto à natureza, cuidar do corpo de forma saudável e não apenas cirúrgica, sorrir em vez de reclamar tanto, falar menos de dinheiro, fazer o que se gosta sem se preocupar com a repercussão, dar valor ao que tem valor, e não apenas ao que tem preço.

Não vá por mim, que eu nem sou daqui. Mas vá por você.

(texto de Martha Medeiros, publicado no Jornal Zero Hora/RS dia 29/03/2009)

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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