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September , 2010
Friday





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Archive for julho, 2009

Quem são seus principais clientes?

Posted by Adrian |Webmaster| On julho - 16 - 2009 ADD COMMENTS

cliente

Se você não conseguiu responder essa pergunta, significa que algo está errado com sua liderança em vendas. Para começar, você não tem idéia de quem deve ser tratado como cliente especial, para passar essa informação para seus vendedores.

» Não sabe para quem deve ser dada prioridade.

» Não sabe quem merece dar palpites em seus novos projetos de produtos e serviços.

» Não sabe quem precisa ser “blindado” contra a concorrência, através de serviços e um pós-venda mais atencioso.

Veja algumas dicas extraídas do livro Key Account Management: The Definitive Guide (algo como Gestão de Clientes-Chave: o guia definitivo, sem tradução para o português) de Malcolm McDonald e Diana Woodburn:

» Não importa o tamanho da sua empresa, você deve ter entre 15 e 35 clientes principais. Mais que isso, eles deixam de ser “especiais” e de receber a atenção que merecem. Se você tiver um número muito grande de ótimos clientes, classifique-os: cliente prata, cliente ouro, cliente diamante, cliente diamante duplo, “cliente diamante duplo no capô de uma Ferrari Enzo”, sei lá. O importante é focar nos poucos que realmente importam.

» Para definir quem é seu cliente-chave, não leve em conta apenas quanto você faz de negócios com ele atualmente, mas o potencial de vendas no futuro.

» Escolha clientes que estão alinhados com a missão e estratégia de sua empresa, que tenham objetivos e valores similares.

» Uma gestão de clientes-chave deve incluir muita interação. Dê a ele várias opções para se manifestar. Se quiser, convide-os para uma ou outra reunião em sua empresa, ele vai se sentir valorizado.

Brasílio Andrade Neto

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Amor e inteligência

Posted by Adrian |Webmaster| On julho - 16 - 2009 1 COMMENT

heartjv0

A religiosidade é inerente ao homem.

Sob as mais diversas formas e em todas as épocas, a Humanidade procurou relacionar-se com a Divindade.

Por muito tempo imperou a idéia de que Deus deveria ser temido.

O Criador era apresentado, por muitas tradições, como cioso e vingativo.

Jesus reformulou esse conceito, ao falar em um Pai amoroso e justo.

Convidado a indicar o maior mandamento da Lei Divina, Ele sentenciou:

Amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o Espírito.

E também amar ao próximo como a si mesmo.

É interessante anotar que, ao invés de um, o Cristo apresentou, de uma vez, dois mandamentos.

Um fala em amor a Deus e o outro em amor ao próximo.

Isso prova que tais comandos são entrelaçados.

O amor ao próximo complementa o amor a Deus e vice-versa.

Segundo o Mestre Nazareno, Deus deve ser amado com todo o coração, toda a alma e todo o Espírito.

Percebe-se ser esse amor algo muito intenso e profundo, que reclama a criatura por inteiro.

O sentimento por si só não basta.

Quando se quer enfatizar o aspecto emocional, fala-se em coração.

Mas à Divindade não se deve dar apenas o coração.

Todo o Espírito necessita estar empenhado nessa relação.

Segundo o dicionário, um dos significados de Espírito é o conjunto das faculdades intelectuais.

Cuida-se de uma acepção até certo ponto comum.

Muitas vezes se afirma que uma pessoa tem espírito.

Essa expressão indica que ela é inteligente, perspicaz, possui raciocínio rápido.

Conclui-se que o amor a Deus envolve razão, discernimento, intelecto.

O Espiritismo ensina que Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.

Não se trata de uma personalidade, à semelhança dos homens, mas de uma Consciência Cósmica.

O apreço por uma personalidade humana, freqüentemente vaidosa, pode ser demonstrado por gestos exteriores.

Em relação à Consciência Cósmica, despida de características humanas, isso não se dá.

Como Deus é a Inteligência Suprema do Universo, o amor por Ele implica o esforço por desenvolver a própria inteligência.

Assim, a religiosidade é incompatível com o cultivo deliberado da ignorância.

Deus brindou Suas criaturas com dons maravilhosos, os quais precisam ser valorizados.

O dom que distingue os homens do restante da Criação é a sua intelectualidade desenvolvida, a sua razão.

O amor a Deus pressupõe respeitar o Mundo e os seres que Ele criou.

E também, logicamente, o esforço para entender esse Mundo e as leis que o regem.

Tudo no Universo é progresso e metamorfose.

Espécies animais e vegetais, as sociedades e as leis humanas, tudo se altera e aperfeiçoa.

O papel de cada homem é colaborar nesse processo de aprimoramento.

Para isso, necessita burilar seu intelecto.

Ao crescer em entendimento e compreensão, enche-se de admiração pela grandeza e pela sabedoria Divinas.

Mas o amor ao próximo complementa o amor a Deus.

As faculdades desenvolvidas pelo estudo e a observação devem ser utilizadas em benefício do semelhante.

Assim, para bem cumprir o mandamento do amor, procure desenvolver sua inteligência.

Estude uma língua, faça um curso, leia um livro, ilustre-se.

Encante-se com as maravilhas que o cercam.

E utilize seus talentos em favor do próximo.

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A graça de ser só

Posted by Adrian |Webmaster| On julho - 16 - 2009 ADD COMMENTS

DEPOIMENTO: Pe. Fabio de Melo

direitos-humanos

A graça de ser só

Há pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.

Ando pensando no valor de ser só.

Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias.

Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres.

Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal, para que recebamos o direito de nos casar e constituir família.

Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.

Eu também fico indignado, mas de outro modo.

Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual.

Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do “pode ou não pode”.

A sexualidade é apenas um detalhe da questão.

Castidade é muito mais.

Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena.

Digo por mim.

Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo.

Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço.

O fato de não me casar, não me priva do amor.

Eu o descubro de outros modos.

Tenho diante de mim a possibilidade de ser daqueles que precisam de minha presença.

Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado.

É o que tento viver.

É o que acredito ser o certo.

Nunca encarei o celibato como restrição.

Esta opção de vida não me foi imposta.

Ninguém me obrigou a ser padre, e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou.

Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites.

Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades.

Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos.

É questão de maturidade.

Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só.

Não vivo lamentando o fato de não me casar.

Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço.

Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de

lamento.

Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida.

Não tenho medo das minhas quedas.

Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da misericórdia.

Eu não sou teórico.

Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas.

Eu não sou por acaso.

Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração.

Deus me mostra.

Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que poderão oferecer algum risco para minha castidade.

Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade.

Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em “propriedade privada”

Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades, iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas.

Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas.

É preciso pensar sobre isso.

Não se trata de casar ou não.

Casamento não resolve os problemas do mundo.

Nem sempre o casamento acaba com a solidão.

Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão.

Não trocam palavras nem olhares.

Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere.

Fizeram sexo de mais, mas amaram de menos.

Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.

É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez.

Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição.

Só se casa aquele que quer.

Por isso perguntamos sempre:

- É de livre e espontânea vontade que o fazeis?

- É simples.

Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor.

A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções.

(Pe. Fabio de Melo)

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

Imagem de Amostra do You Tube

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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