Nesta era de rápidas e constantes transformações, é necessários que as organizações estejam, mais do que nunca, orientadas para o futuro, preocupadas em selecionar a direção apropriada a seguir. Trata-se de um desafio central para os líderes, especialmente os de alta administração: como assegurar que a organização como um todo esteja apropriadamente sintonizada à questão de sua direção maior? Um desafio que tem somente uma forma de ser enfrentado eficazmente: liderança eficaz.
Liderança é a força central por trás de organizações bem sucedidas. Uma força necessária para fazer as organizações desenvolverem uma visão clara do que podem construir, e efetivamente agirem em direção a ela.
Um dos principais problemas de muitas empresas hoje em dia é que elas são “super administradas” e “sub lideradas”. Suas lideranças não alocam atenção suficiente no processo de se fazer as coisas certas; eles alocam a maior parte de sua energia em “fazer certo”, não necessariamente as coisas certas.
A extrema importância da liderança, não apenas para empresas como também para organizações supra-empresariais e países, têm levado, ao longo dos anos, diversos especialistas sobre gerenciamento a efetuarem pesquisas visando encontrar características que sejam comuns aos líderes eficazes. Muitas vezes essas pesquisas acabam sendo submersas pela diversidade, variações e diferenças, sem chegar-se a essas características comuns: há líderes eficazes baixos e altos, articulados e não articulados, altamente conscientes sobre o que estão fazendo ou “naturais”/espontâneos, com raciocínio mais baseado no lado esquerdo do cérebro (racional, lógico) ou no lado direito (emocional, intuitivo). Mesmo em termos de estilos de atuação, os líderes podem ser muito diferentes.
Alberto Ruggiero
