A nossa relação com o vil metal…

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Prof. Rita Alonso

Não há nada de errado nos elétrons, nêutrons, prótons e isótopos. E o papel-moeda, níquel, cheque é composto disto.

Crescemos com paradigmas que nos foram impostos. Pré-conceitos do tipo:

-Rico não entra no Reino do Céu;

-Dinheiro não traz felicidade;

-É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no céu;

-Dinheiro é o vil metal.

Crescemos ouvindo conceitos deste tipo e tirando nossas próprias conclusões sobre a relação do homem e o dinheiro que ele possui.

E é o juízo deste tipo de relação que fortifica a representação mental de que devemos ser cada vez mais humildes e que o dinheiro em nossas vidas nos transformaria em verdadeiros monstros do poder: tendo dinheiro, o homem precisa mudar ser caráter. Maltratar pessoas, se sentir superior e ser infeliz.

Mas as coisas não são assim… é uma visão deturpada do homem sendo submisso ao dinheiro.

Quando o sangue circula livre, nós somos saudáveis.  Quando o dinheiro circula livre na nossa vida temos a saúde financeira…

Mas somente quando se começa a acumular dinheiro e guardá-lo e a recear perdê-lo, aí sim implanta-se a doença econômica.

Se alguém estourou seus muitos e muitos cartões de crédito, passou  cheques sem fundo, gastou todo seu salário –e nem sabe onde-, tem cobradores na porta e não tem dinheiro para pagar simplesmente porque não teve controle de suas finanças, gastou mais do que ganhou, não soube organizar seu orçamento, temos aí uma doença financeira.

Tudo é energia. Na relação homem/dinheiro também circula esta energia; como elétrons, prótons… Portanto nunca diga tolices como: eu desprezo o dinheiro. Porque você cria uma energia negativa entre você e ele.

É preciso disciplinar a mente com pensamentos construtivos e harmoniosos.

A luz dissipa as trevas. Os pensamentos positivos anulam os negativos.

O homem é o espelho da sua mente e dos seus pensamentos.

Serás aquilo que pensas e sentes.

Então pense e sinta como é sua relação com o seu dinheiro.

Abraços e fiquem bem…

Prof. Rita Alonso

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