O discurso do “RH Estratégico” na minha opinião já caiu no lugar comum e que leva cada vez mais profissionais equivocarem-se no caminho desta busca.
Sendo assim, pergunto:
Quantos realmente conhecem o negócio onde atuam?
Se não participa, o quanto conhece da formulação estratégica do negócio?
O quanto BSC, desdobramento de iniciativas, indicadores etc fazem parte do seu dia-a-dia como um conhecimento e não como um papel a cumprir?
Ferramentas da qualidade são efetivamente utilizadas nas ações de análise e planejamento?
Gestão do Conhecimento é entendido como algo que permeia toda a organização como um processo que integra os capitais do conhecimento* (Estrutural, Humano, de Relacionamento e Ambiental)?
Seus processos estão consolidados e alinhados às necessidades da organização?
O relacionamento da equipe de RH é baseado na Convivencialidade**?
As competências dos membros da equipe estão desenvolvidas de acordo com o Direcionamento Estratégico?
Há uma gestão efetiva do relacionamento com as partes interessadas no negócio da empresa?
Há conhecimento dos anseios profissionais (planos de carreira) dos membros da equipe e um planejamento de sucessão que dê o aporte necessário que o capital humano da empresa requer?
Na minha visão, são estas algumas das questões básicas que permeiam a análise do quanto um RH está realmente direcionado à estrategia da empresa.
* Centro de Referência em Inteligência Empresarial da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Crie – Coppe/UFRJ).
http://portal.crie.coppe.ufrj.br
** R.E.D.E. – Rede para a Educação, o Dom e a Expressão
Jason Sagara
