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September , 2010
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Archive for the ‘Trabalho em Equipe’ Category

10 principais erros no trabalho em equipe

Posted by Adrian |Webmaster| On março - 3 - 2009 ADD COMMENTS

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Fazer fofoca de colegas ausentes
“Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista”.
Paulo de Castro Braune – Diretor Geral da Braune Educação Empresarial.

Rejeitar o trabalho em equipe
“Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso”.
Ricardo Dreves – Diretor da consultoria em RH Dreves e Associados.

Ser antipático (a)
“A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe”.
Marcelo Abrileri – presidente do site de empregos Curriculum.

Deixar conflitos pendentes
“Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe”.
Beatriz Maria Braga Lacombe – professora de gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo

Ficar de cara fechada
“Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos” .
Julia Alonso – Sócia diretora da Só Talentos RH, recrutame nto e seleção de estagiários e trainees.

Deixar de cultivar relacionamentos
“Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. É importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar”.
Sheila Madrid Saad – professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Não ouvir os colegas
“É importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. É necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil”.
Cristiane Leão – analista de desenvolvimento de recursos humanos da Fundação Mudes – São Paulo.

Não respeitar a diversidade
“Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro”.
Nelci Maria de Mello – gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont – companhia científica, com atuação no setor químico.

Apontar o erro do outro
“A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. É melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu”.
Doutor Helio Roberto Deliberador – professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Ficar nervoso (a) com a equipe
“Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional” .
Gláucia Santos – consultora de recursos humanos da Catho on-line.

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Quem pode virar titular na sua empresa?

Posted by Adrian |Webmaster| On fevereiro - 14 - 2009 ADD COMMENTS

Quem pode virar titular na sua empresa?

 

Ao longo dos últimos meses, muito tem se falado sobre a crise mundial, principalmente em relação às conseqüências que ela pode trazer para a economia brasileira. No entanto, fazer hipóteses, previsões e lamentar os prejuízos não resolvem os problemas, pior ainda, os agravam. Em momentos como esse, é preciso analisar o mercado à sua volta e encontrar soluções viáveis, que satisfaçam as necessidades de maneira prática e objetiva. Que tal fazer isso na sua atividade profissional?

 

No mês de janeiro, acontece a disputa da Copa São Paulo de Juniores, um torneio que dá oportunidades para jogadores jovens, que estão em busca de uma vaga no time titular. Esses atletas estão na categoria de base de seus clubes desde o início de suas carreiras e se apresentam como uma ótima opção para o grupo dos profissionais. Além das habilidades que podem desenvolver dentro da própria equipe que o formou, esses jogadores são o que chamamos de pratas da casa e por isso, possuem um vínculo muito maior com o clube do que qualquer outro profissional.

 

A saída viável encontrada no esporte para tempos de poucos recursos financeiros para a contratação de talentos já consagrados, também pode ser uma alternativa para as empresas de diversas áreas. Um jovem profissional com pouco tempo de experiência pode apresentar totais condições para assumir um papel de importância dentro de uma companhia. Para isso, é importante desafiá-lo para alcançar resultados, definir metas claras e apresentar quais as possibilidades reais de crescimento na empresa.

 

É imprescindível traçar um plano de desenvolvimento para que o jovem talento se qualifique. Esse processo vai desde o acompanhamento feito por um Coach até cursos de especialização, que podem garantir o controle emocional e a aquisição de conhecimento técnico para as tomadas de decisão, algo tão necessário em cargos mais estratégicos.

 

O treinador de futebol sabe reconhecer aquele jogador que é essencial para o êxito do time, ou seja, que chama a responsabilidade para si nos momentos cruciais. Esse tipo de atleta se estimulado e reconhecido, pode alcançar resultados surpreendentes. Em uma empresa não é diferente, portanto, por que desperdiçar talentos que estão ao nosso alcance? Nesse caso, estimule os jovens profissionais por meio de reconhecimento, que variam de feedbacks positivos a remunerações variáveis. Envolva-os na realidade do negócio, solicite idéias e apóie-os na criação de planos de ação. Muitas vezes, as melhores alternativas para enfrentarmos momentos de dificuldades estão ao nosso lado.

 

Cativar o colaborador, fazer com que ele acredite e confie na sua empresa são trunfos que, além de gerar produtividade, garantem uma relação de lealdade. Trabalhar lado a lado com um profissional por um bom período de tempo permite conhecer diversas de suas qualidades e seu perfil comportamental, que não são possíveis de se identificar imediatamente ao contratar um colaborador através de currículos e entrevistas. A convivência por meio do bom relacionamento traz à tona muitas características importantes, como: dedicação, ética, comprometimento, espírito de equipe e determinação.

 

A crise, se superada com visão e ação como estratégias, pode servir como um trampolim para profissionais que buscam um lugar de destaque nas empresas que trabalham. Desesperar-se atrás de contratações financeiramente inviáveis e tidas como capazes de “salvar” a empresa, ou apenas realizar demissões em massa, podem ser saídas arriscadas, por isso as novas promessas devem ser observadas como soluções imediatas e não só como alternativas para o futuro. Investir internamente significa, além de poupar gastos, manter todos os colaboradores motivados, engajados e comprometidos com uma visão compartilhada.

 

 

Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP TREINAMENTOS & CONSULTORIA.

Ministra palestras e treinamentos focados no desenvolvimento humano, abordando temas como: criatividade, relações humanas no trabalho, atendimento ao cliente, liderança, coaching, motivação, comunicação, empreendedorismo, vendas e negociação.

 

Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.carloscruz.com.br e comunicada sua utilização através do e-mail imprensa@carloscruz.com.br.

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Diversidade, a Essência das Equipes Rumo ao Topo

Posted by Admin On dezembro - 30 - 2008 ADD COMMENTS

Algumas questões me mobilizam a explorar o potencial das equipes em diversos níveis hierárquicos em organizações com culturas ímpares.
O que possui uma equipe de alto desempenho?
O que faz uma equipe possuir estratégias eficazes e outras não?
O que faz uma equipe criar, inovar e alcançar resultados surpreendentes e outras não?
A primeira resposta surge com a palavra diversidade, oriunda do latim,
diversitate, que significa variedade, diferença, dissemelhança, oposição e
contradição. Peter Drucker, o guru da Administração dizia: “A melhor maneira
de prever o futuro é criá-lo”. Nas organizações contemporâneas, diversidade
pode ser considerada matéria-prima essencial para as equipes
multidisciplinares e multifuncionais de alto desempenho criarem um futuro
brilhante.
Uma equipe se forma quando dois ou mais indivíduos interdependentes
e em interação se juntam visando à obtenção de um determinado objetivo. Há
décadas Henry Ford dizia: “Se duas pessoas pensam sempre exatamente
iguais num time, uma delas é desnecessária”.
Portanto, as Equipes Rumo ao Topo são formadas por indivíduos com
conhecimentos, perfis comportamentais e expectativas das mais variadas e,
principalmente, possuem um Líder Aprendiz.
O Líder Aprendiz é aquele que prioriza o aprendizado individual e o
desenvolvimento contínuo da equipe para o alcance das metas estratégicas.
Para isso, é imprescindível que ele tenha flexibilidade para atuar com a
liderança situacional, ou seja, atuar com o estilo necessário de acordo com o
momento da equipe e do estágio de desenvolvimento de cada membro.
O Líder Aprendiz pode ter muitos estilos, alguns deles são:
 Diretivo – que dá a direção dizendo o que fazer.
 Treinador – que desenvolve as pessoas para o futuro.
 Mobilizador – que mobiliza pessoas em direção à visão.
 Afiliativo – que cria harmonia para curar rixas de times e motiva em
momentos de estresse.
 Democrático – que cria colaboração para conseguir consenso.
 Apoiador – que serve como apoio e estímulo.
 Gerente – que gerencia operações, planos, atividades e soluciona
problemas.
Enfim, a sacada para o líder alcançar os resultados com a diversidade é
atuar com variedade e resiliência.
Uma equipe representa o todo, o total dos membros. Para se chegar ao
objetivo da equipe como um todo existe a necessidade de enxergar as partes,
ou seja, cada membro e seu papel.
Uma característica fundamental do Líder Aprendiz é saber fazer
perguntas poderosas para aprender a lidar com o funcionamento complexo da
equipe e das partes, ou seja, estimular os membros a lidar com a diversidade,
utilizando a intuição, a criatividade, o conhecimento e o talento individual para o
desenvolvimento como equipe.
Quero sugerir 10 perguntas que despertam a responsabilidade, podem
ser utilizadas pelo líder e compartilhadas com os membros da equipe:
1. Quais os resultados esperados?
É imprescindível definir de forma específica as metas a serem
alcançadas como equipe e individuais. Esta pergunta pode ser
utilizada no início de um projeto, ou até mesmo, na delegação de
uma tarefa.
2. Quais as ações?
As Equipes Rumo ao Topo mantêm o foco no plano de ação e no
monitoramento sistemático para o alcance dos resultados. Esta
pergunta é utilizada para mobilizar os membros da equipe a fazerem
as coisas acontecerem utilizando a diversidade existente na equipe.
O segredo para aprender a lidar com a diversidade está no agir.
3. Qual o próximo passo?
É muito comum nas reuniões e nos bate-papos informais surgirem
ótimas idéias e soluções, porém, se não colocadas em prática não
passarão de idealizações. Os líderes de alto desempenho utilizam
constantemente esta pergunta para mobilizar a equipe a entrar em
ação imediatamente com o foco em resultados. Esta é uma forma de
fazer a equipe manter os pés no chão.
4. O que vai gerar mais impacto positivo?
Os membros de uma equipe tendem a tomar as decisões com base
nas opiniões e ganho pessoal devido à diversidade de talentos,
experiências e crenças. Porém, os membros de uma Equipe Rumo
ao Topo tomam as decisões com base no que vai gerar mais
impacto positivo para a equipe alcançar os resultados esperados.
Esta pergunta quando utilizada em meio a diversidade, contribui
para a tomada de decisões rápidas e eficazes.
5. Esta ação vai nos levar mais perto ou mais longe da meta?
O líder tem papel fundamental no engajamento da equipe para o
alcance dos resultados. Ao invés do líder dizer aos membros da
equipe se o que estão fazendo é certo ou errado, ele pode utilizar
esta pergunta, que traz a equipe para o foco e estimula a
responsabilidade individual pelos resultados. Em momentos de
feedback, esta pergunta pode ser bem interessante.
6. O que impede?
São comuns alguns membros da equipe dizerem: “É complicado, é
difícil, não dá para fazer, a empresa isso, a empresa aquilo….”.
Neste momento, o líder pode utilizar esta pergunta para gerar
reflexão, ouvir do indivíduo a verdadeira dificuldade e se livrar das
desculpas sem fundamento.
7. Esta é uma oportunidade de desenvolver o quê?
Esta pergunta é utilizada quando o membro da equipe trás uma
dificuldade, algum problema ou, até mesmo, desculpas. O objetivo
desta pergunta é gerar desenvolvimento e utilizar a diversidade
como oportunidade de crescimento.
8. O que podemos aprender com isso?
Na teoria lidar com a diversidade pode parecer simples, mas na
prática é outro papo. No entanto, quando os membros da equipe
utilizam esta pergunta, acontece o fenômeno chamado aprendizado.
A melhor forma de uma equipe lidar com a diversidade é aprender
constantemente com ela, afinal de contas, não existe nenhuma
forma de controlá-la e sim aprender com ela.
9. Qual a solução?
Nas Equipes Rumo ao Topo o problema só serve como
oportunidade de descobrir uma solução. O líder tem papel
fundamental no condicionamento da equipe para a solução de
problemas e criação de possibilidades. Ao invés do líder dar as
soluções, esta pergunta pode ser utilizada para que a equipe traga a
solução ao invés das dificuldades. Em momentos de discussão e
lavagem de roupa suja esta pergunta pode ser uma grande saída
para trazer a equipe ao foco e entrar em ação novamente.
10. Quais os prós e contras?
Equipes dependentes do chefe são aquelas que têm incapacidade
de avaliar os prós e contras para tomar uma decisão. Esta pergunta
pode ser feita sempre que uma dúvida aparece. Ao invés do líder
tomar as decisões pela equipe, é fundamental criar uma equipe
interdependente através desta pergunta. Com o tempo os membros
da equipe tendem a serem mais pró-ativos.
Leonardo Da Vinci foi muito sábio quando disse: “Quem conduz uma
discussão apelando para a autoridade não está usando sua inteligência, está
usando apenas a sua memória”.
O Líder Aprendiz das Equipes Rumo ao Topo, utiliza a inteligência e a
memória da equipe para lidar com a diversidade. Como a sua equipe lida com
a diversidade hoje? Você fornece mais respostas ou faz mais perguntas a sua
equipe? A situação da sua equipe hoje é uma oportunidade de você
desenvolver o que? Qual o próximo passo?
Valeu e até a próxima!
 
 
Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP Treinamentos & Consultoria.
Ministra palestras e treinamentos focados no desenvolvimento humano, abordando temas como: criatividade, relações humanas no trabalho, atendimento ao cliente, liderança, coaching, motivação, comunicação, empreendedorismo, vendas e negociação. www.carloscruz.com.br

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

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