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September , 2010
Friday





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Archive for the ‘Dinheiro’ Category

Telefone para você. (A diferença entre falar e fazer.)

Posted by Adrian |Webmaster| On junho - 18 - 2010 ADD COMMENTS

A decisão.

Preciso abrir uma conta em outro banco. Ok… precisar não preciso, quero. Numa conversa informal com um amigo de mercado financeiro fiquei sabendo das vantagens da diversificação na oferta de serviços bancários e decidi que romperia a relação de exclusividade com meu banco após uma década de fidelidade não reconhecida.

Tudo bem eu assumo, a relação já estava desgastada, ela (a instituição) já não me procurava mais, ou quando procurava era só pra pedir dinheiro ou dizer que eu estava errado. Cansei. Quando percebi, eu estava olhando pra outras na rua, atrás de aventura ou quem sabe de um outro porto seguro onde pudesse amarrar meu barco.

A escolha.

Como em qualquer “caça” as diferenças efetivas entre uma ou outra opção eram estatisticamente desprezíveis então parti para as afetivas. Pois como estava carente queria alguém que me desse colo, cafuné ou um ombro. Sabia que eu era um bom partido, tinha um dote considerável (mas não invejável) e minhas exigências poderiam ser consideradas básicas. Ah! Esqueci de dizer que em minha escolha evitei as opções do tipo premium pois não queria gastar aquilo que me dava condições de status com algo que me cobrava mais para mostrar aos outros que eu tinha status e fatalmente acabaria tirando o verdadeiro status que porventura (ou ilusão) eu tivesse. Mas voltemos ao status quo.

A determinação.

Ela era perfeita, ou ao menos se aproximava disso. Além de cuidar das minhas finanças, era interessada em causas sociais, meio ambiente, perambulava muito bem pela cultura, tinha acabado de realizar uma plástica geral e estava enxutíssima e se eu precisasse ela ainda me emprestava dinheiro!!! Que mais eu poderia querer?

O encontro.

Fui conhece-la pessoalmente. Pra saber mais informações sobre a pretendida. A internet até é um bom meio para a paquera, mas para efetivar a proposta de relação ai eu sou tradicional, tem que ser olho no olho. Isso evita surpresas futuras. Vesti-me com as honrarias que a situação pede. Sem muita pompa para evitar altas expectativas, sem muito desleixo para evitar o pouco caso.

A hora da verdade.

Entrei na agencia. Olhei em volta, era de pequenas proporções, do tipo mignon, com 4 caixas de atendimento, alguns caixas eletrônicos e três mesas de gerentes. 4 ou 5 pessoas na fila esperando sua vez de serem atendidas. Enfim nada que destoasse muito daquilo que eu já esperava. Após um breve e superficial reconhecimento da área encontrei-a. Estava atrás de uma mesa onde descansava uma placa com os dizeres “abertura de contas – Rita de Cássia” aquilo soava como poesia em meus ouvidos. As trombetas tocavam, o coração disparou. Rita… esse era seu nome… fui ao seu encontro e ao chegar perto da mesa nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Como ela estava ao telefone fez um sinal para que eu sentasse e foi o que fiz ouvindo ainda o final de sua conversa “me liga lá pelas 5 que eu já sai e a gente se encontra pra botar a fofoca em dia. Beijo, tchau”

- Olá em que posso ajuda-lo?

- Eu queria abrir uma conta e…

TRIMMMMMM toca o telefone. Aliás os telefones. Eram todos os telefones tocando ao mesmo tempo.

- Eu vi uns prospectos de abertura de conta na…

TRIMMMMM e o som ecoava por toda a agencia. Olhei ao lado para as outras mesas e vi uma gerente remexendo sua bolsa e a outra vasculhando uns papéis.

- Eu gostaria de saber mais sobre…

TRIMMMMM as pessoas na fila também começavam a olhar em volta como que procurando quem iria atender ao chamado. Lancei um olhar ao telefone quase que sugerindo que ela o atendesse e ela lá com suas mãos cruzadas sobre a mesa e seu olhar de “estou aqui para ouvi-lo”.

- Se você quiser atender o telefone… sugeri já mostrando certo desconforto com a interrupção freqüente. Ao lado as duas gerentes conversavam. Devia ser algo muito importante.

Comecei a duvidar de minha sanidade. Será que só eu to percebendo esse som do telefone tão alto? Olhei novamente para a fila, bem , se eu estava louco eles também estavam. Só nós ouvíamos o som do telefone. Todos os funcionários do banco nem o notavam.

- E se o senhor ainda disponibilizar recursos para o fundo… Rita falava. Eu já não ouvia mais nada só ficava esperando o próximo toque. E ele vinha…

TRIMMMMMM

- E é ai que está o nosso maior diferencial, o cuidado com o cliente… Rita não percebia que tinha me perdido e que agora eu passava a contar quantos toques ainda viriam. As gerentes tinham ido tomar um cafezinho na máquina ao lado. Novos integrantes da fila já percebiam o mantra do telefone e, como seus predecessores, também olhavam em volta em busca de um salvador.

- Se o senhor reparar em nossas taxas… Atenda o telefone. Atenda o telefone. Eu enviava sinais telepáticos para ela já fantasiando que poderia ser alguma coisa importante como… um cliente por exemplo!

TRIMMMMMM era o décimo toque. Minha fantasia começou a ganhar proporção e eu já me via no escritório com o telefone em punho, precisando de um serviço, informação, ajuda ou alô, não interessa! Por que esta gerente não atende ao telefone?!? Como ela podia fazer isso comigo? Eu precisando falar e ela tomando cafezinho, tentando chavecar mais um incauto ou secando as unhas?

Minha esperança era que a linha caísse para que assim eu pudesse retomar o mínimo de atenção que ainda tinha e ouvir o resto da ladainha de Rita. Para meu desespero o tel não parou.

- Capitalização é nosso forte, temos uma linha de…

Décimo sétimo toque. Surtei. Levantei-me da cadeira e em alto e bom som proferi minha indignação:

-NINGUÉM VAI ATENDER ESSE TELEFONE?

A agencia parou. De um lado os funcionários com olhares de susto e reprovação, de outro meus aliados da fila dando razão a minha indignação, cheguei até a ouvir um “é isso mesmo…”

- O senhor está bem? Perguntou Rita não entendendo minha atitude.

-Agora estou ótimo. Rita sabe quem era ao telefone? Eu! Eu e tantos outros que precisam ser atendidos, mas vcs estão ocupados demais para isso não é verdade? Passar bem Rita.

Fui embora de peito estufado e o sorriso de quem acabara de escapar de uma roubada.

Resumo da ópera.

O telefone serviu como um alarme contra o mau atendimento. A cada frase emitida pela Rita o alarme gritava “não acredite!” e foram 17 “não acredite” que eu ouvi em pouco mais de dois minutos.

Imagine se no segundo ou terceiro toque, ao perceber que ninguém atenderia, Rita pegasse o telefone e aproveitasse a oportunidade de mostrar toda sua desenvoltura como gerente, imagem e interface da instituição provendo um atendimento exemplar, mostrando soluções, ouvindo o cliente e dando um “show” para sua platéia (eu no caso).

Qual teria sido minha percepção em relação aos serviços deles? Qual teria sido minha experiência com a situação? Lá estava um cliente em potencial que estava pronto para fechar um negócio, ávido para validar suas expectativas, disponível, com a atenção toda voltada pra ela e o que ela faz? Blá blá blá, discurso decorado, panfletos batidos, chance desperdiçada.

Diz um ditado: Existem 3 coisas que não retornam: a flecha atirada, a palavra lançada e a oportunidade perdida. Vou acrescentar mais uma: o cliente desprezado.

Você já se sentiu desprezado por um fornecedor, prestador de serviço ou vendedor? Deixe seu comentário, é sempre um prazer conversar com você.

Fonte: Comunicar É Preciso

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Pecados e regras de ouro

Posted by Adrian |Webmaster| On junho - 14 - 2010 ADD COMMENTS

Uma jornalista me pediu para enumerar sete pecados e sete regras de ouro para o sucesso na vida financeira do casal. O porquê do número sete, eu não sei. Mas a reflexão sobre a pergunta da jornalista me levou a enumerar quatorze idéias que hoje quero compartilhar com você, ouvinte.

Os sete maiores pecados, pois existem outros, são:

1) Não colocar as contas na ponta do lápis ao menos uma vez por mês;

2) comprar a casa própria muito precocemente, quando a renda do casal ainda é baixa e só é possível financiá-la em prazos muito longos;

3) comprar a prazo, o que deveria ser evitado mesmo quando aparentemente não há vantagem matemática em pagar à vista;

4) entrar em financiamentos muito longos na compra da casa e do automóvel;

5) não ter um plano que garanta uma robusta renda futura, independente do trabalho;

6) não contar com uma reserva financeira para emergências e gastos inesperados; e

7) não criar oportunidades para falar sobre dinheiro e sobre sonhos.

Para uma vida financeira mais tranqüila, as sete regras de ouro que enumero são as seguintes:

1) Realizar o orçamento doméstico, mesmo que de maneira simples – é o caminho para antecipar “furos” na conta e ajudar a saber o quanto podemos gastar em uma ida ao shopping, por exemplo;

2) somar esforços na hora de investir e nos produtos que podem proporcionar vantagens, como o cartão de crédito – quanto melhor nosso relacionamento, mais vantagens conseguimos das instituições financeiras;

3) poupar para pagar os itens de consumo à vista ou ao menos para poder dar uma grande entrada, que viabilize financiamentos em prazos mais curtos;

4) procurar comprar sempre à vista (nada como a sensação de desfrutar do consumo e não ter que assumir o abacaxi de várias prestações a pagar);

5) começar, o quanto antes, um projeto de investimentos para garantir a independência financeira do casal (pode ser um simples plano de previdência);

6) fazer pequenas poupanças além do plano de independência, seja para usar nas emergências, seja para viabilizar gastos que, de tempos em tempos, podem vitaminar o relacionamento (viagem, renovação da casa, um jantar a dois); e

7) unir forças na busca de objetivos comuns e também de objetivos individuais, conversando mais a dois e com os filhos sobre sonhos, desejos e sacrifícios a fazer para conquistá-los.

São minhas dicas, para que vocês enriqueçam juntos.

Gustavo Cerbasi – http://www.maisdinheiro.com.br/

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Economia em alta é trunfo para pedir reajuste salarial

Posted by Adrian |Webmaster| On maio - 3 - 2010 ADD COMMENTS

Expectativa de crescimento de 5,8% do PIB, criação de 2 milhões de empregos em 2010, além da falta de mão de obra qualificada podem ser usados como argumento na hora de conversar com o chefe sobre seu futuro na empresa

Por: Carolina Dall’olio, Luciele Velluto

O jogo virou em 2010. O reaquecimento da economia brasileira deixou a crise no passado e trouxe “a faca e o queijo” de volta às mãos dos trabalhadores nas negociações salariais deste ano. O momento é bom tanto para quem é sindicalizado e pertence a uma categoria organizada quanto para o funcionário que quer pleitear aumento por conta própria.

A expectativa de crescimento de 5,8% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010, a previsão de criação de 2 milhões de empregos no ano e a falta de profissionais qualificados no mercado podem ser argumentos para quem busca a valorização profissional, principalmente de ordem financeira.

“O conjunto de indicadores está muito favorável ao trabalhador. O cenário positivo que se desenhava nos últimos anos foi interrompido pela crise no fim de 2008 e durante 2009. Mas, agora, a retomada do crescimento econômico torna a negociação menos difícil”, afirma José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Os sindicatos já perceberam o reaquecimento da economia – também sentido na pele pelo trabalhador, ocupado por muita hora extra para atender à demanda das empresas. Há categorias dispostas a reivindicar até 10% de aumento real (reajuste acima da inflação), como é o caso dos profissionais da construção civil.

“Achamos que vamos conseguir um aumento razoável este ano, pois além da economia favorável, temos falta de profissionais no mercado. As empresas terão de valorizar seus funcionários para que a demanda possa ser atendida no prazo determinado para as obras”, comenta Antonio de Souza Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP).

Mesmo com todos os argumentos favoráveis, as greves não estão descartadas. “Já estamos organizando uma paralisação para o fim de abril, começo de maio. As negociações, na maioria das vezes, só fluem na base da pressão”, afirma o líder sindicalista. A data-base dos trabalhadores da construção civil é 1º de maio.

De acordo com Sergio Amad, professor de Relações de Emprego e Trabalho da FGV-SP, os aumentos reais certamente virão. Porém, na maioria das categorias, o reajuste deve ficar entre 0,5% e 1%, estima Amad . “A inflação vai dificultar um aumento real muito expressivo, porque as empresas já vão ter que gastar bastante só para cobrir as perdas causadas pela alta do custo de vida”, acrescenta o docente. “Além disso, os empresários vão querer recuperar as perdas que tiveram no ano passado com a crise.”

Mesmo adotando uma postura conservadora, Amad reconhece que os trabalhadores ganharam poder de barganha neste ano que promete ser de vacas gordas. “Funcionários da construção civil, turismo, hotelaria e tecnologia da informação (TI), por exemplo, estão numa situação muito confortável agora, porque as empresas não encontram gente no mercado e precisam fazer de tudo para reter seus bons profissionais”, diz. “Por isso, para quem está nesta situação, a hora de pedir aumento é agora.”

Embora o cenário econômico esteja jogando a favor do trabalhador, ele sozinho não basta para convencer o chefe a colocar a mão no bolso. “O profissional que for pedir aumento também precisa levar argumentos, mostrando que é merecedor de um salário melhor”, afirma Fernando da Costa, diretor da consultoria de recursos humanos Human Brasil.

“Nem o bom momento da economia, nem o fato de as vendas da companhia estarem em alta e nem a escassez de mão de obra vão convencer o chefe a conceder um aumento se o funcionário não apresentar resultados para empresa”, reforça Costa. “Não adianta ser dedicado, varar a noite trabalhando e se mostrar comprometido. No final das contas, o que vai pesar a favor do trabalhador é o quanto ele contribui de fato para o sucesso da empresa.”

Fonte: http://www.jt.com.br/editorias/2010/04/04/eco-1.94.2.20100404.1.1.xml

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

Imagem de Amostra do You Tube

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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