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September , 2010
Friday





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Archive for the ‘Amor’ Category

Redescobrindo o perdão

Posted by Adrian |Webmaster| On julho - 22 - 2010 ADD COMMENTS

Até há pouco tempo, falar de perdão cabia de forma exclusiva aos religiosos. Dizer a alguém que lhe seria melhor perdoar, conforme ensinou Jesus, parecia próprio de quem vive fora da realidade.

No entanto, na atualidade, perdoar tem se tornado uma medida de bom senso. Pessoas não religiosas têm descoberto que perdoar é terapêutico.

O Dr. Fred Luskin, diretor do projeto perdão, da Universidade de Stanford, em seu livro “O poder do perdão”, afirma que carregar a bagagem da amargura é muito tóxico.

Nos estudos que realizou com voluntários, constatou que a ação de perdoar lhes melhorou os níveis de energia, de humor, a qualidade do sono e a vitalidade física geral.

Isso ocorre, explica, porque somos programados para lidar com a tensão. Pode ser um alarme de incêndio, uma crise, uma discussão mais acalorada.

Nessas ocasiões, o corpo libera os hormônios do estresse – adrenalina e cortisol – acelerando o coração, a respiração e fazendo a mente disparar.

Ao mesmo tempo, a liberação de açúcar estimula os músculos e os fatores de coagulação aumentam no sangue.

Se isso for breve, como por exemplo um sobressalto na estrada por um quase acidente, é inofensivo.

Contudo, a raiva e o ressentimento são como acidentes que não têm fim. Transformam em toxinas os hormônios que deveriam nos salvar.

O efeito depressor do cortisol no sistema imunológico está relacionado a doenças graves. Ele esgota o cérebro, causando atrofia celular e perda de memória.

Ainda mais, provoca doenças cardíacas por elevar a pressão sangüínea, os níveis de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias.

É aí que entra o perdão, que parece interromper a circulação desses hormônios.

Vejamos algumas dicas para encontrar a paz, através do perdão, melhorando a nossa qualidade de vida.

Primeira – concentre-se nos fatos da ofensa. Quase sempre quando nos sentimos ofendidos, nossa tendência é aumentar o que de fato aconteceu.

Acrescentamos os nossos sentimentos e tudo toma um volume muito maior.

Segunda – tente entender o que ocasionou a ofensa. Por vezes, somos nós mesmos os promotores dela, por algo que tenhamos dito ou feito.

Mesmo que não tenha sido nossa intenção ferir a outro, a forma como dizemos ou uma atitude que tomemos em um momento delicado, pode levar a criatura a reagir mal, agredindo.

Terceira – focalize a natureza humana do agressor, não só a sua atitude. Pense em que nós mesmos, no trato pessoal, em momentos de estresse, de cansaço, dizemos coisas que constituem mais um desabafo. Assim pode ocorrer com o outro, porque na terra somos todos ainda seres muito imperfeitos.

Quarta – perdoe apenas para si mesmo. Ninguém mais. Perdoe em seu coração. Não é indispensável que você comunique o fato ao agressor.

Enfim, lembre que perdoar de forma alguma significa que você concorda com a ofensa. Muito menos que você deve permitir que o tratem injustamente.

***

A sabedoria de Jesus recomendou, há mais de 2000 anos: “amai os vossos inimigos. Fazei o bem aos que vos odeiam. Orai pelos que vos perseguem e caluniam. Perdoai aos homens as faltas que cometerem contra vós.”

E acentuou que nunca se deveria guardar mágoa.

Se num momento de oferenda de nosso coração ao pai, nos lembrássemos de que alguém tem algo contra nós, prescreveu Jesus que deveríamos, antes, nos reconciliar com o adversário.

O Mestre do amor e da sensibilidade sabia porque dizia essas coisas.

Os estudiosos de hoje estão provando que ele tinha toda a razão.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no artigo O poder do perdão, de Lisa Collier Cool, da Revista Seleções do Reader’s Digest, junho/2004, e no Evangelho de Mateus, cap. V: 43 a 47 e cap. VI:14 e 15.

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Você já sofreu ou sofre de carência afetiva?

Posted by Adrian |Webmaster| On junho - 25 - 2010 1 COMMENT

Pensamento para um Bom Dia HOJE:

O primeiro passo para chegar a qualquer lugar é decidir que não vais permanecer onde estás.

(J. Morgan)

Você já sofreu ou sofre de carência afetiva?

Se você, me fizer esta pergunta hoje eu responderei com toda segurança: JÁ.

Já sofri. Passei alguns anos entregue a este “distúrbio de comportamento”. Mas encontrei um anjo no meu caminho que me ensinou o caminho para uma saída.

Por isso hoje, tenho trabalhado inclusive nas empresas, onde atuo, na detecção destes sintomas em pessoas que, acabam de certa maneira influenciando negativamente em seus resultados profissionais.

Mas se você me perguntar, por que estou falando sobre este tema aqui, eu te digo : Da mesma forma que eu perdi e desperdicei muitos bons momentos da minha vida, por não compreender e muito menos aceitar, que era eu quem causava a maioria dos problemas em meus relacionamentos, fossem eles afetivos ou mesmo profissionais.

E o que é pior, sempre considerava que a culpa era do outro!

Mas o que é essa carência então e o que ela causa?

Sem entrar em termos técnicos ou da área da psicologia, posso dizer o que aprendi sobre mim mesma neste período, com ajuda profissional.

Quando eu estava carente, eu representava um obstáculo bastante difícil nos relacionamentos, sempre cobrava as pessoas com as quais me relacionava como se fossem elas as responsáveis por minha carência. Eu não assumia minha própria responsabilidade, além de sempre fazer o papel de vítima e acreditava que a vida é um jogo de sorte e azar.

Ah, desculpe-me falar assim, sobre mim mesma. Pois esta foi uma Martha, que já não existe mais. E minha intenção é contar como o processo aconteceu comigo e através disso ajudar alguém que leia este texto.

Posso ainda dizer o seguinte: Se alguns destes pontos aqui coincidem com algo que esteja acontecendo com você ou alguém próximo de você, mas que você gostaria de ajudar. Recomendo: procure uma ajuda, de preferência profissional, com terapeutas, que estão preparados para auxiliar no processo de solução.

Entenda, que o ou a carente afetivo é inseguro(a) e está sempre pronto a agradar, demonstrar muito amor e muito controle, sem perceber que isso acaba por sufocar a outra parte, mesmo não sendo esta a intenção, tem a necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, temendo perder, camuflando esse controle mostrando-se uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.

Funciona mais ou menos assim: a pessoa carente é na verdade, doente que deseja ardentemente amar sem conseguir. Como não consegue isso, passa a exigir ser amada, criando relações complicadas e frágeis. Acaba tornado-se alguém à míngua de amor, cultivando uma esperança de ser compensada.

Mas, quando é que se manifesta esta carência? Geralmente, é no carinho que não nos deram. Na falta da compreensão das nossas necessidades, do apoio que não nos foi dado, da atenção que nos é negada.

Quer dizer: sentimos-nos carentes quando depositamos nossas expectativas, anseios e desejos em uma felicidade distante de nós, damos a Deus, religião, pessoas, a responsabilidade de nos fazer felizes, porque nos sentimos incapazes de conseguir com o próprio empenho.

A carência surge quando você se desconecta do mundo e dos sentimentos daquilo que realmente preenche e gratifica sua existência e dá prioridade ao falso conceito de realização estipulado pela sociedade.

E ai, o que a pessoa carente faz? Corre atrás de um substituto para que suprir aquilo que outra pessoa lhe negou.

Qual a consequência disso?

Falo mais uma vez de carteirinha: Quando me esqueci de mim mesma, abri as portas para ser rejeitada, para ser menosprezada e para não ser valorizada pelo meu companheiro, e aí, muitas vezes não conseguia me satisfazer com o que recebia. Passava a literalmente sugar a energia das pessoas que se aproximavam e exigia a atenção constate deles, querendo agradar, querendo ser uma boa pessoa, até mesmo uma boa amante. Por medo de ser abandonada, fiz de tudo para ter meu companheiro por perto. Mesmo que a relação fosse ruim. Além de não me importar como ele se sentia.

Ainda vivia como uma baixa autoestima. Pois como eu não me gostava, também atraia quem não gostava de mim.

Mas, tudo isso passou. Passou já, há alguns anos.

E imagino que esteja se perguntando ou afirmando: “poxa, isso parece muito com o que está acontecendo, com uma amiga de uma amiga minha”… O que posso fazer?

Como já mencionei. Recomendo procurar ajuda.

Eu andava à beirada dum precipício, decidi que lá não iria cair.

Então, como não cair nessa armadilha?

Primeira coisa a fazer é aprender a priorizar sua vida, saber dar a devida importância a seus valores, valorizar suas ideias e crenças pessoais.

Aprender e estimular o contato com suas amizades e estar aberta a novas amizades ou experiências de vida, dedicar-se a um trabalho produtivo que goste e no qual você sinta-se realizada, ter vários prazeres em sua vida e principalmente não limitar sua existência e seu propósito de vida em função de uma relação.

Aprenda a deixar de lado a visão separatista, ou seja, parar de se dar classificações como: sou orgulhosa, sou vaidosa, sou ciumenta, sou egoísta… Temos uma tendência de nos apegarmos excessivamente a coisas e pessoas vem porque nos separamos do nosso eu divino, gerando insegurança e um constante medo da perda daquilo que depositamos nossa segurança.

Procure sempre praticar o bem. Quanto mais você descobrir que dentro de si existe uma enorme capacidade de doar amor,

Irá se sentir mais forte e capaz de lidar com suas limitações.

Você tem duas opções diante da carência: Ou é médicos de suas dores ou será eterna vítimas delas.

Descubra o potencial de amor e autoamor que existe dentro você. Isto te fará optar e se responsabilizar pela sua própria felicidade.

Este é o recadinho que gostaria deixar pra você hoje!

Beijos no coração e receba meu carinhoso abraço!

Martha Grannuzy – Consultora de Empresas

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PACIÊNCIA TEM RECOMPENSA

Posted by Adrian |Webmaster| On maio - 27 - 2010 ADD COMMENTS

Recebi de minha amável esposa, porém não tinha autoria.

Adrian

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.

Ela disse:

Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto – respondeu o homem – e completou: – Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai.. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:

- Hora de irmos, agora..

Mas, outra vez Melissa pediu:

- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:

- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente – comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar…

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.

Quais são as suas?

Lembre-se: Nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!

Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.

“Aquele que procura um amigo sem defeitos termina sem amigos.”

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

Imagem de Amostra do You Tube

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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