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September , 2010
Friday





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Archive for the ‘Crônicas’ Category

O Colecionador de Dias

Posted by Adrian |Webmaster| On março - 5 - 2009 ADD COMMENTS

dias

Temos uma compulsão para colecionar. Parece que temos dificuldade de nos desfazer daquelas coisas que fizeram, de alguma forma, parte do sentido que a vida nos teve num determinado momento. Uns têm sótãos cheios; outros, álbuns; outros, a garagem cheia de carros antigos. Vovó sempre dizia: “quem guarda tem”.

Insegurança? Avareza? Espírito empoeirado? Não sei. Depende do papel que essas coisas desempenham em nossas vidas. Elas podem nos tornar avarentos, saudosistas, retrógrados ou sábios.

O salmista nos fala de um colecionador de dias. Pede a Deus que possa relacionar-se com seus dias de tal forma que eles o façam melhor à medida que o tempo passa. Como pode ser isso?

O colecionador de dias pode ser um pródigo néscio: gasta tudo o que tem, sem priorizar importâncias e valores. Acaba trocando o importante pelo urgente. Ele nunca tem tempo para nada e sempre é surpreendido pelo relógio. E o que é pior: no final do ano, descobre que nada fez de importante.

Por outro lado, o colecionador de dias pode ser um sábio, quando conhece cada figurinha de sua coleção, bem como seu valor; quando aprende com as lições de seus dias, não precisando cair de novo no mesmo erro; quando aprende a viver cada dia como se fosse único; quando preza seus dias, mas sem avareza, sendo capaz de gastá-los também em folguedos.

O colecionador de dias é um sábio quando seu álbum não revela muitos espaços vazios ou uma capa cheia de inúteis duplicatas.

Retirado de “Devocionais Para Todas as Estações” (Editora Ultimato, 2005).
Fonte: http://www.ultimato.com.br/

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Um som por um perfume

Posted by Adrian |Webmaster| On janeiro - 31 - 2009 ADD COMMENTS

 

Um som por um perfume
 
Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar. Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido.
Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho.
- Espere aí! – gritou o padeiro. – Você tem que pagar pelos bolos! 
- Que é isso? – protestou o espantado viajante. – Eu nem encostei nos seus bolos! 
- Seu ladrão! – berrava o padeiro. – É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria. Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou. Eu não trabalho à toa não, camarada!
Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio. O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença.
- Você está certo – disse ao padeiro. – Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho. E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro.
- Isso é um absurdo! Objetou o viajante. – Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem. Não tenho mais nem um centavo. 
- Ah… – disse o juiz. – Neste caso, vou ajudá-lo.
Tirou três moedas de ouro do próprio bolso, e o padeiro logo avançou para pegar. 
- Ainda não – disse o juiz. – Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é? 
- É isso mesmo – respondeu o padeiro. 
- Mas ele não engoliu nem um pedacinho? 
- Já lhe disse que não. 
- Nem provou nem um pastel? 
- Não! 
- Nem encostou nas tortas? 
- Não! 
- Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som. Abra os ouvidos para receber o que você merece.
O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro. 
- Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem – disse o juiz -, você até ganharia recompensas em ouro, no Céu.

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A História da Rosa

Posted by Adrian |Webmaster| On novembro - 7 - 2008 3 COMMENTS

A História da Rosa

Próximo ao canteiro das margaridas, um pequeno botão de rosa despontara prematuramente. Solitária, a pequenina flor apaixonara-se pela singela beleza das flores brancas e amarelas, suas vizinhas.

Espantadas com tamanha simplicidade, as margaridas viam naquele pequeno

botão um exemplo singular de espantosa humildade, pois jamais souberam de uma rosa que não tomasse para si os ares de rainha.

O vento, experiente e desconfiado, resolveu empurrar uma nuvem de chuva

para perto dos canteiros, enchendo rapidamente uma poça d’água bem diante do pequeno botão que, no mesmo instante, viu-se refletido num espelho…

Como num passe de mágica, empertigou-se. Como que movida por um certo

constrangimento, a pequenina rosa afastou-se das belas e singelas margaridas, numa declarada atitude de superioridade nunca demonstrada antes.

Vendo aquilo, o vento suspirou resignado.

Na realidade, a verdadeira simplicidade não é a ignorância do que somos,

mas a consciência de que somos, todos, apenas diferentes uns dos outros.

(autor desconhecido)

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

Imagem de Amostra do You Tube

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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