A crença constrói a ciência
Luiz Pasteur apaixonou-se pela crença da existência de microrganismos capazes de infectar e que poderia desenvolver vacinas para combatê-los. Ao ter sucesso, tornou-se um dos maiores benfeitores da Humanidade.
Santos Dumont criava os quadros mentais do mais pesado que o ar voando e assim criou o avião.
Os doutores Albert Sabin e Jonas Salk creram apaixonadamente na vacina para debelar um dos flagelos da Humanidade, a paralisia infantil (poliomielite) e a Humanidade lhes agradece o que fizeram pelas crianças.
A crença é um fenômeno biológico, pois com ela ativamos o eixo hipotálamo-hipofisário adrenal, isto é, ativamos uma região do cérebro que envia sinais à hipófise (a maestrina das glândulas, a qual comanda o sistema hormonal) e as glândulas adrenais (antigamente denominadas de supra-renais) que secretam a adrenalina, palavra que, além do hormônio, é também usada para indicar disposição física, emocional e mental, energia, força, vigor.
Como, para a realização de nossos projetos, precisamos de energia, força e vigor, é claro que a preservação da espécie depende da mobilização do sistema glandular endócrino, das substâncias incitadoras (hormônios) que são lançados diretamente na corrente sangüínea, o que ocorre como resultado de estímulos externos e internos.
Na categoria dos estímulos internos, destacamos os quadros mentais emotizados que podemos deliberadamente produzir. Esse é um tema relevante da Emotologia.
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
Categoria: Pessoal
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