As Empresas Supervalorizam a Educação Formal

Para o escocês George Andrew Brough, diretor de desenvolvimento organizacional da Caliper Brasil, a pressa e a insegurança são os maiores erros cometidos na hora de contratar
Por: Andreas Müller  -  Revista Amanhã
Nesta entrevista, o escocês George Andrew Brough, diretor de desenvolvimento organizacional da Caliper Brasil, fala sobre os erros mais comuns que as empresas cometem na hora de contratar executivos. Para ele, a maioria dos erros ocorre por pressa e insegurança - que são conseqüências da falta de planejamento e de uma cultura de seleção que supervaloriza a experiência e a educação formal. Veja, abaixo, o que Brough diz a respeito:
Qual é o principal erro que as empresas cometem ao contratar executivos?
O principal erro é a pressa. Infelizmente, muitas empresas são pegas de surpresa quando um executivo sai e só dão início ao processo de seleção quando a cadeira já está vazia. Só que a cadeira vazia é algo assustador. Os gestores da empresa vêem aquela cadeira e acham que precisam ocupá-la com urgência. É aí que começam os problemas. A empresa cai na tentação da pressa, o que é até natural, mas não pode justificar uma contratação equivocada.
Qual é o problema de se ter pressa para preencher cargos tão importantes, estrategicamente?
Exatamente pelo fato de o cargo ser tão importante e estratégico é que as empresas não devem ter pressa para preenchê-lo. É melhor deixar a cadeira vazia do que dá-la à pessoa errada. Porque essa pessoa ficará responsável por outras pessoas, tomará decisões estratégicas, influenciará nos rumos da empresa. Uma pessoa errada numa organização de 2.000 funcionários é alguém que causa problemas para 2.000 pessoas.
Mas como encontrar a pessoa certa em um mercado que cada vez mais se ressente da escassez de talentos?
Não existe escassez de talentos. O que existe são empresas que procuram o talento no lugar errado. Não falta talento no Brasil e em lugar nenhum.
Como assim? As empresas não sabem procurar seus talentos, é isso?
As empresas dão valor demais para a experiência da pessoa. Para as empresas brasileiras, o executivo tem de ser experiente em absolutamente tudo. Não que a experiência tenha de ser menosprezada, não é isso. Mas acredito que experiência é algo que diz respeito às realizações passadas do executivo. E ninguém contrata para o passado - as empresas precisam de pessoas que moldem o seu futuro. É preciso entender qual é o potencial que o executivo tem a oferecer para o crescimento da empresa. Quanto à experiência, ela pode ajudar, sim. Mas também pode atrapalhar num processo de seleção. Especialmente quando as empresas supervalorizam a experiência em detrimento do potencial.
O que mais deve ser valorizado? A educação formal?
Na verdade, outro erro vinculado aos processos de seleção de executivos é justamente o de supervalorizar a educação formal. Não estou menosprezado a educação formal, todos sabem que isso é extremamente importante. Só que as empresas precisam aprender que existe uma enorme diferença entre o que a pessoa sabe e o que a pessoa faz. Se você valoriza o que a pessoa sabe, mas ignora o que a pessoa faz, você vai fazer uma contratação errada. Não adianta contratar um gênio que não consegue se relacionar com ninguém na empresa, por exemplo. A educação formal é um indicativo. Mas quem garante que a pessoa é capaz de colocar o que sabe em prática? A maioria das empresas contrata pela educação e demite pelo comportamento. Quando foi a última vez que você viu alguém ser demitido por falta de conhecimento? Isso é quase impossível! Quase sempre, entre executivos, a diferença entre sucesso e o fracasso é o comportamento. O comportamento, portanto, é o diferencial que deve ser valorizado.
O que leva as empresas a cometer esses erros?
É a insegurança. Todo mundo acha que precisa mostrar serviço em vez de mostrar resultados. As empresas deveriam ter um plano de sucessão, um "pool" de talentos dentro da empresa. Isso é algo que se faz agora e sempre. Aí a empresa estará preparada para fazer a substituição sempre que for necessário.
Algumas empresas pagam verdadeiras fortunas por executivos de eficiência reconhecida. Vale a pena apostar nessas supercontratações?
Depende. Muitas vezes, as empresas agem como se esse tipo de executivo fosse um salvador da pátria. Mas isso não é necessariamente verdade. Primeiro, porque você precisará pagar mais do que a média de mercado para atrair essa pessoa. Segundo, porque você está trazendo uma pessoa que é "craque" em outra empresa - mas isso não significa que ela será craque na sua empresa. Há executivos verdadeiramente fantásticos que não conseguem render em determinadas culturas empresariais. Aí o que acontece? Você paga mais, mas não tem nenhuma garantia de sucesso. Pior ainda: acaba matando a motivação das pessoas que estão na empresa, almejando aquele cargo.
É melhor formar e qualificar líderes, então?
Isso também depende do caso. Muitas empresas não oferecem treinamento porque não têm condições de garantir que as pessoas treinadas vão, de fato, ocupar cargos mais altos. De qualquer forma, o investimento em qualificação sempre vale a pena. Pelo menos, você tem uma vantagem competitiva quando precisa preencher uma determinada vaga. E você tem muito mais chances de acertar quando promove uma pessoa que já está habituada com a cultura da empresa.


Não discuta com crianças

Não discuta com crianças

 

Havia, na revista "Pais e Filhos", um espaço de Pedro Bloch, pediatra e  teatrólogo, de coisas engraçadas que as crianças diziam. São historinhas verdadeiras…

Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse  que  era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque  apesar  de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.

A menina afirmava que Jonas foi engolido por uma baleia.

Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum  ser humano;  era fisicamente impossível.

A menina, então disse:

- "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas".

A professora lhe perguntou:


- "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?"

A menina respondeu:

- "Então é a senhora que vai lhe perguntar."


A conquista da brilhante auto-confiança

A conquista da brilhante auto-confiança

Para começar, goste de si mesmo! Esse é o mais importante ingrediente da autoconfiança. Pessoas que se amam são alegres e otimistas, sentem-se bem consigo mesmas, e os outros gostam de estar com elas. Depois, faça a escolha certa dos seus pensamentos. Você é a soma total dos seus pensamentos. Dizem que temos 90 mil pensamentos por dia, dos quais 60 mil são repetitivos – ou seja, repetimos os mesmo pensamentos muitas vezes por dia. Então, a única diferença entre um otimistas e um pessimista é o que eles escolhem como centro de seus pensamentos. E é você quem tem a liberdade de escolher que tipo de pensamento vai conservar e quais vai dispersar… por isso, diga “não” aos pensamentos que causam um estado de espírito negativo e procure outros que provoquem otimismo e alegria.

Outro recurso para adquirir autoconfiança é a escolha das influências que deseja receber. Você sabe, estamos expostos a todo tipo de influência e opiniões, diariamente. Por isso saiba exatamente o que o influencia e escolha as quais influências expor-se. Inunde a sua mente com pensamentos e idéias animadoras e positivas … Leia biografias de pessoas que fizeram coisas extraordinárias…; desenvolva a imunidade ao pessimismo de modo a não absorvê-lo.

Por fim, cuidado com as comparações. A maneira rápida de você acabar com sua autoconfiança é comparar-se com pessoas erradas… Portanto, não coloque ninguém em um pedestal… A melhor maneira de agir é esquecer as comparações e escolher alguém de valor como exemplo – uma pessoa que tenhas qualidades e características que você admira e que poderá lhe ensinar alguma coisa.

 

(texto de Fiona Harrold, do livro “Seja o treinador de sua vida”)


Os desejos negativos

Divulgação/Arquivo

Os desejos negativos

Um discípulo disse ao mestre:

- Tenho passado grande parte do meu dia pensando coisas que não devia pensar, desejando coisas que não devia desejar, fazendo planos que não devia fazer.

O mestre convidou o discípulo para um passeio na floresta perto de sua casa. No caminho, apontou uma planta e perguntou se o discípulo sabia que planta era aquela.

- Beladona – disse o discípulo.

- Isso Beladona uma belissíma e venenosa planta ela pode matar quem comer suas folhas. Mas não pode matar quem simplesmente a contempla. Da mesma maneira, os desejos negativos não podem causar nenhum mal  se você não se deixar seduzir por eles.

(texto de Paulo Coelho no livro "Histórias para pais, filhos e netos")


Tipos de Técnicas/Dinâmicas

 

Técnica quebra gelo
- Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro.
- Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem.
- Resgata e trabalha as experiências de criança.
- São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.
 
Técnica de apresentação
- Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso… Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas.
- Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
- São as primeiras informações da minha pessoa.
- Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
- O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.

Técnica de integração
- Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo.
- Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
- Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
- Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.

Técnicas de animação e relaxamento
- Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
- Estas técnias facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
- Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.

Técnica de capacitação
- Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
- Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
- Amplia a capacidade de escutar e observar.
- Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
- Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
Litúrgicas
- Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado.
- Facilitam o diálogo com as leituras bíblias, com os participantes e com Deus.
- Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.
 
Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier, - Caju, Goiânia, GO. Artigo publicado no mês de Fevereiro de 2001, página 20

 

 


Com Dinâmica É Melhor

Manter um grupo por mais tempo não é tarefa fácil. Para o jovem crescer no grupo é preciso muita criatividade e uso de recursos que ajudem. Esta, muitas vezes, está adormecida dentro do jovem. É preciso mexer com ela. Despertá-la. Para isso é muito bom usar diferentes dinâmicas de grupo.
A dinâmica ajuda na comunicação com o outro e com o grupo. Ajuda o jovem a dizer a sua palavra, a integrar-se ativamente de maneira consciente, eficiente e crítica. Ela serve para superar as barreiras que impedem a comunicação e a integração grupal. Ajuda a “quebrar o gelo” que torna as relações frias e amargas.
As estruturas sociais favorecem ao isolamento e ao individualismo. Uma boa dinâmica desperta para a solidariedade que vence o egoísmo, vivenciando valores de colaboração e ajuda mútua.
Topando qualidades e defeitos

Através da dinâmica, o jovem pode entrar em contato, igualmente, com suas limitações e defeitos, qualidades e virtudes. Ajuda a superar bloqueios, barreiras e medos. A dinâmica provoca abertura, sinceridade, confiança, colaboração e compromisso. Leva o grupo a um maior trabalho em equipe, ao crescimento dos jovens no grupo e à transformação das relações.
Com a ajuda da dinâmica e da criatividade, o jovem e o grupo são levados a ver a sociedade de uma outra maneira. Busca criar uma sociedade nova, onde as relações são mais justas e fraternas.

Uso de dinâmicas
·        Cada participante deve compreender a dinâmica proposta, o objetivo dela e os passos a serem seguidos;
·        A dinâmica deve ter uma boa preparação anterior. Deve-se preparar, também, os recursos necessários (ambiente, papel, pincel atômico…);
·        No final, uma avaliação é importante.

Uma dinâmica sempre à mão, na hora certa, é um recurso que nenhum coordenador(a) de grupo deve prescindir. Aqui vai uma sugestão. No uso de dinâmicas, seja criativo(a), entendendo o objetivo do que quer. Estará ajudando para que a vida em grupo seja um processo bacana, dinâmico e alegre, como são os próprios jovens.


O Novo Segredo Do Trabalhador Feliz: Dinheiro No Bolso

Dias atrás, enviei um e-mail a um amigo que acaba de perder o emprego. "Sinto muito", escrevi. "Seus chefes são uns idiotas por estarem demitindo um gênio como você. Eu posso imaginar a fila que logo vai se formar na frente de sua casa, de empregadores com um pouco mais de cérebro, para disputa-lo. Espero que esteja bem."
O e-mail foi sincero, exceto por uma palavra, "logo". Mesmo os gênios não estão sendo reaproveitados rapidamente- a menos que eles sejam guardas de segurança, trabalhadores sociais, contadores ou professores.
Num instante, recebi uma mensagem de volta. Ele disse que por um momento ficou em pânico por causa da prestação da casa e das mensalidades escolares dos filhos, mas fora isso, estava na verdade bem animado. De fato, ele estava muito bem humorado, a ponto de me mandar uma piada bem engraçada.
Não pude evitar comparar o tom de sua mensagem com outra que recebi na mesma tarde de uma amiga que trabalha para uma companhia que também está comemorando o Natal com demissões selvagens. Nunca, disse ela, seu moral esteve tão baixo. O trabalho está muito pesado, pois agora ela está fazendo as tarefas que antes eram feitas por três pessoas. Havia comentários na empresa de redução dos salários. O escritório estava num silêncio assustador, uma vez que muitos colegas foram demitidos e nem mesmo havia alguém por perto para ela se queixar da situação. E o pior de tudo era o medo de que ela seria a próxima a ir para a rua.
É tentador concluir, com essas duas mensagens, que se existe uma coisa pior para pessoas que até agora vinham sendo bem sucedidas e eram bem pagas, do que perder o emprego, é não perder o emprego. Aqueles que foram demitidos não precisam levar isso para o lado pessoal, e não trabalhar nos dias que antecedem o Natal pode ser uma coisa boa. Mas para aqueles que não foram demitidos, o fim de ano nada festivo será uma orgia de medo e trabalho penoso.
Pode haver alguma verdade nisso agora, mas não vai durar muito. O sorriso amargo dos desempregados vai piorar, uma vez que não haverá filas na porta de suas casas de empresas querendo contratá-los, enquanto o sorriso amargo daqueles que ainda estão empregados, começará a melhorar com o tempo. Não porque a economia vai melhorar- e sim porque o medo trará uma postura mais sólida e realista em relação ao trabalho.
Ao longo da última década, as classes profissionais ricas desenvolveram uma atitude cada vez menos saudável em relação aos seus empregos. Nós acreditávamos que nossos empregos e salários gordos estavam garantidos e ficávamos ressentidos quando nossas bonificações não eram ainda maiores do que as do ano anterior. Exigíamos que o trabalho fosse interessante e, de uma maneira ainda mais perigosa e absurda, que ele deveria ter um significado.
O resultado de todas essas exigências foi, é claro, a insatisfação. Chegamos ao topo da hierarquia de necessidades de Maslow e descobrimos que, no topo da pirâmide, o ar era muito rarefeito. Como colunista, constatei que de longe os problemas que mais afligiam os leitores vinham de profissionais experientes e ricos, que tinham mais que preenchido todas as suas necessidades, o que deixou suas almas atormentadas. Me ajude, estou entediado, choramingavam eles. Ou pior: o que o meu trabalho significa?
Nos últimos meses, esse tipo de angústia desapareceu. Quando o emprego de alguém está ameaçado e suas economias são uma sobra do que já foram, a busca pelo significado do trabalho perde o sentido. O propósito de um emprego se torna bem mais básico: alimentar a família, pagar as prestações da casa e a escola dos filhos. Se podemos fazer isso, então tudo o que conseguirmos além disso é um bônus. Assim que as expectativas foram ajustadas a essa nova realidade e estivermos vendo o ato de ganhar dinheiro como o principal motivo do trabalho, uma maior satisfação vai surgir disso.
Há muita coisa ruim a se dizer sobre as expectativas baixas. Pesquisas freqüentemente mostram que as mulheres tendem a ter maior satisfação no trabalho que os homens, apesar de ganharem menos e ainda terem a carga dupla de trabalho, com os serviços domésticos. A razão é simples: as expectativas das mulheres com a vida no trabalho são menores. De modo parecido, a Dinamarca é o país mais feliz do mundo, apesar do frio, do clima sombrio e dos impostos elevadíssimos. Os estóicos dinamarqueses não esperam muita coisa da vida e, esperando menos, eles descobrem que o pouco que têm é muito bom.
A descida da pirâmide da Maslow é dolorosa e o progresso é lento. Entretanto, há algo que os administradores podem fazer para tornar a descida um pouco menos amarga. A maneira mais fácil e barata de animar trabalhadores desmoralizados é dizer a eles que eles estão fazendo um grande trabalho. É um dos grandes mistérios da vida no ambiente de trabalho a resistência da maioria dos administradores a fazerem isso, quando trata-se de uma coisa que não lhes custa um centavo. Eis o que eles precisam fazer: chegar nas pessoas uma a uma (fazer isso em grupos é uma atitude preguiçosa e elimina o impacto) e agradecer a elas pelo empenho e dizer que elas estão se saindo muito bem.
Para aqueles que estão precisando de um pouco de ânimo, eis a piada que recebi do amigo que foi demitido, que por sua vez a ouviu de alguém que trabalha na escola em que a filha de Paul McCartney com Heathes Mills freqüenta. Em uma festa recente organizada para os pais, alguém da escola disse a Heather Mills que sua filha era muito boa na flauta doce. Mills aparentemente respondeu: "Ela herdou isso de mim."
 
Lucy kellaway  -  Valor Econômico  -  26/12/2008