A CONFIANÇA E A LIDERANÇA EMPRESARIAL
Postado em 8 de fevereiro de 2008 por Prof. Rita Alonso
Há pessoas que falam uma coisa e praticam outra. Estas também não são
pessoas que inspiram confiança.
Uma das condições básicas para se inspirar confiança é casar
linguagem falada, com linguagem corporal, com comportamentos e com
atitudes, com o que se é, internamente; é casar:
- o que você fala (o que o seu corpo diz, o que você fala e o que
você escreve);
- o que você pratica; e
- o que você é.
A confiança tem a ver com coerência e, por incrível que pareça, com
previsibilidade. Convém ressaltar que a previsibilidade aqui tem a
característica de forte adesão ao objetivo, de personalidade
consistente e firme, de constância de propósitos, e não de uma pessoa
sem novidades.
Uma pessoa, que uma hora se porta desta maneira, na outra hora
daquela maneira, e daqui a pouco ainda de outra forma, não demonstra
previsibilidade.
Essa falta de previsibilidade dificilmente construirá a confiança dos
seus colegas e amigos, pois não havendo previsibilidade do seu estado
emocional, ou do que pensa; as suas interações os seus amigos,
colegas e familiares podem gerar apreensão ou angústia.
Já uma outra pessoa, Rita, aquela que hora decide isto, hora
decide aquilo, e em outra ocasião faz de outra forma, não mostra
consistência, não inspira segurança, pois nunca se sabe o que sai
daquela cabeça.
Nós vemos que é tarefa daqueles que querem inspirar confiança,
compartilhar tanto o seu jeito de enxergar o que acontece como também
as linhas gerais que ele segue para tomar essas decisões, para que em
situações semelhantes os seus seguidores possam:
- eles próprios, tomarem decisões,
- saber o que esperar em termos de atitudes e comportamentos, ou
seja, aumentar a previsibilidade.
Essa característica apontada acima faz parte também da liderança:
- toda liderança é uma liderança compartilhada, pois o líder não
consegue ter o dom da ubiqüidade (estar presente em todos os
momentos, em todos os lugares), e
- os seguidores precisam estar preparados para assumir essa
liderança, e fazer as escolhas, quando o momento assim o exigir.
A pessoa, que centraliza tudo em si, jamais será um líder, é uma
pessoa castradora das potencialidades dos seus pretensos e possíveis
seguidores, que não sentem confiança nesse tipo de pessoa, mas sim
medo, insegurança e desconfiança.
A pergunta que surge para você, que quer ser um líder, é:
- “Como fazer com que eu saiba o que os outros pensam de mim?”
- “Como eu posso saber se a minha percepção de mim mesmo casa com a
percepção dos outros?”
A melhor resposta é esta: perguntando a si próprio e aos outros, e
comparando as duas percepções, a sua auto-percepção com a percepção
que os “outros” tem da sua pessoa, a hetero-percepção.
As pessoas com auto-percepção semelhante à hetero-percepção são
coerentes em sua forma de ser. A coerência é uma das bases da
confiança, pois ajuda a previsibilidade.
Mas coerência não é suficiente, pois alguém que fala que rouba e
mata, e realmente rouba e mata, é coerente, mas é odiado pela maioria
da sociedade, e não é exemplo que seja seguido.
Coerência aliada à honestidade, justiça e ética podem fazer surgir
confiança.
Como você conduz a sua vida?
A forma, como você conduz a sua vida, facilita aos outros
colocarem-se, segura e confortavelmente, como seus seguidores?
Você, seus comportamentos e suas atitudes, inspiram e orientam o
próximo a seguir seus passos?
Rita, a forma como você se conduz nas seis dimensões da
autoliderança:
1º) Você sabe quem você é?
Sim, ou os seus pares enxergam você como uma pessoa que ainda não se
encontrou?
2º) Você sabe onde você está?
Sim, ou os que trabalham como você o enxergam perdido?
3º) Você sabe onde você quer ir?
Sim, ou os seus colegas de trabalho vêem você sem rumo?
4º) Você planeja a sua caminhada?
Sim, ou a sua família o vê como uma barata tonta?
5º) Você vai à luta?
Sim, ou você é daqueles que, à beira da Lagoa Dourada, em dia de sol,
não se permite um mergulho, adiando tudo para outras oportunidades?
6º) Você aprende caminhando?
Sim, ou você é daqueles que persiste em dar murros em ponta de faca,
alheio à sua realidade exterior e interior, a cada momento?
ajuda ou atrapalha a construção da confiança nas pessoas que o
cercam? Em casa, junto aos familiares; no trabalho, junto aos colegas
de trabalho, e nas suas relações de amizade, junto aos seus amigos?
Nestas suas respostas, e no que as pessoas ao seu redor enxergam em
você nestas mesmas dimensões da autoliderança, está o início (ou o
fim!) da sua capacidade de liderança.
http://merkatus.com.br/10_boletim/208.htm
pessoas que inspiram confiança.
Uma das condições básicas para se inspirar confiança é casar
linguagem falada, com linguagem corporal, com comportamentos e com
atitudes, com o que se é, internamente; é casar:
- o que você fala (o que o seu corpo diz, o que você fala e o que
você escreve);
- o que você pratica; e
- o que você é.
A confiança tem a ver com coerência e, por incrível que pareça, com
previsibilidade. Convém ressaltar que a previsibilidade aqui tem a
característica de forte adesão ao objetivo, de personalidade
consistente e firme, de constância de propósitos, e não de uma pessoa
sem novidades.
Uma pessoa, que uma hora se porta desta maneira, na outra hora
daquela maneira, e daqui a pouco ainda de outra forma, não demonstra
previsibilidade.
Essa falta de previsibilidade dificilmente construirá a confiança dos
seus colegas e amigos, pois não havendo previsibilidade do seu estado
emocional, ou do que pensa; as suas interações os seus amigos,
colegas e familiares podem gerar apreensão ou angústia.
Já uma outra pessoa, Rita, aquela que hora decide isto, hora
decide aquilo, e em outra ocasião faz de outra forma, não mostra
consistência, não inspira segurança, pois nunca se sabe o que sai
daquela cabeça.
Nós vemos que é tarefa daqueles que querem inspirar confiança,
compartilhar tanto o seu jeito de enxergar o que acontece como também
as linhas gerais que ele segue para tomar essas decisões, para que em
situações semelhantes os seus seguidores possam:
- eles próprios, tomarem decisões,
- saber o que esperar em termos de atitudes e comportamentos, ou
seja, aumentar a previsibilidade.
Essa característica apontada acima faz parte também da liderança:
- toda liderança é uma liderança compartilhada, pois o líder não
consegue ter o dom da ubiqüidade (estar presente em todos os
momentos, em todos os lugares), e
- os seguidores precisam estar preparados para assumir essa
liderança, e fazer as escolhas, quando o momento assim o exigir.
A pessoa, que centraliza tudo em si, jamais será um líder, é uma
pessoa castradora das potencialidades dos seus pretensos e possíveis
seguidores, que não sentem confiança nesse tipo de pessoa, mas sim
medo, insegurança e desconfiança.
A pergunta que surge para você, que quer ser um líder, é:
- “Como fazer com que eu saiba o que os outros pensam de mim?”
- “Como eu posso saber se a minha percepção de mim mesmo casa com a
percepção dos outros?”
A melhor resposta é esta: perguntando a si próprio e aos outros, e
comparando as duas percepções, a sua auto-percepção com a percepção
que os “outros” tem da sua pessoa, a hetero-percepção.
As pessoas com auto-percepção semelhante à hetero-percepção são
coerentes em sua forma de ser. A coerência é uma das bases da
confiança, pois ajuda a previsibilidade.
Mas coerência não é suficiente, pois alguém que fala que rouba e
mata, e realmente rouba e mata, é coerente, mas é odiado pela maioria
da sociedade, e não é exemplo que seja seguido.
Coerência aliada à honestidade, justiça e ética podem fazer surgir
confiança.
Como você conduz a sua vida?
A forma, como você conduz a sua vida, facilita aos outros
colocarem-se, segura e confortavelmente, como seus seguidores?
Você, seus comportamentos e suas atitudes, inspiram e orientam o
próximo a seguir seus passos?
Rita, a forma como você se conduz nas seis dimensões da
autoliderança:
1º) Você sabe quem você é?
Sim, ou os seus pares enxergam você como uma pessoa que ainda não se
encontrou?
2º) Você sabe onde você está?
Sim, ou os que trabalham como você o enxergam perdido?
3º) Você sabe onde você quer ir?
Sim, ou os seus colegas de trabalho vêem você sem rumo?
4º) Você planeja a sua caminhada?
Sim, ou a sua família o vê como uma barata tonta?
5º) Você vai à luta?
Sim, ou você é daqueles que, à beira da Lagoa Dourada, em dia de sol,
não se permite um mergulho, adiando tudo para outras oportunidades?
6º) Você aprende caminhando?
Sim, ou você é daqueles que persiste em dar murros em ponta de faca,
alheio à sua realidade exterior e interior, a cada momento?
ajuda ou atrapalha a construção da confiança nas pessoas que o
cercam? Em casa, junto aos familiares; no trabalho, junto aos colegas
de trabalho, e nas suas relações de amizade, junto aos seus amigos?
Nestas suas respostas, e no que as pessoas ao seu redor enxergam em
você nestas mesmas dimensões da autoliderança, está o início (ou o
fim!) da sua capacidade de liderança.
Categoria: Motivação
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