Postado em 21 de novembro de 2008 por Prof. Rita Alonso
Ana Lúcia de Mattos Santa Isabel
Bom dia, amigos.
Muitos me perguntam com freqüência por que conto histórias, por que me socorro dos mitos. Há lugar para eles no mundo corporativo?
Afirmo que sim.
Há lugar para histórias e mitos onde quer que haja um ser humano. E por que? Simples. Quando o homem deixou de ser andarilho, tornou-se homo -faber; passou a fabricar instrumentos, a morar em cavernas, conquistou a palavra, tornando-se “homo logus”; conquistou o fogo e sentou-se ao seu redor para contar histórias.Contava as peripécias do dia , a batalha das caçadas: falava do sol e da chuva, dos animais , do medo, dos deuses, da aventura da vida.Quem seria o nosso narrador? Com certeza aquele que possuísse mais dons de graça , fantasia , que contasse com mais emoção.
Como toda arte , contar histórias possui técnicas e segredos .Técnicas e segredos que podem ser dominadas com algum esforço e dedicação ; e boa vontade , é claro.
A matéria prima da história é a palavra cuja magia é tão poderosa que narrador e ouvintes caminham juntos e experimentam uma troca de sensibilidades tão intensa a ponto de diluir-se o ambiente real .
A história é poderoso alimento da imaginação .Permite a auto-identificação , favorece a aceitação de situações desagradáveis, ajuda a resolver conflitos , acenando com a esperança.Agrada a todos, sem distinção de idade , classe social , de circunstância de vida.
Por falar nisto, lá vem a frase do dia.
Beijos carinhosos, Aninha, fada peregrina
”Somente quem tem o caos dentro de si pode dar à luz uma estrela bailarina.”
(Nietzsche)
Categoria: Motivação, Recursos Humanos
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