Eu tenho um talento! E agora?
Artigo precioso … todos querem na empresa, time ou empreendimento. Sim, o talento é amado e almejado como referência por todos, mas o que você faz com ele?
Está preparado para dar-lhe espaço?
Sente-se confortável em encarar suas diferenças?
Entende o seu ritmo?
Está disposto a batalhar para que haja condições e recursos necessários para a expressão do talento?
Sei que há poréns, como tudo na vida, mas o que percebo é que as pessoas ocupam-se mais em colocar arestas do que estimular a expressão do talento. “Não, não podemos dar também muita liberdade … O que os demais irão pensar? Eles têm que saber que existem limites!”
Querem um talento e podam-no. O ser humano não é hábil em encarar diferenças e busca trazer para sua “realidade medíocre” aquele que hipocritamente diz que admira. Há uma passagem no clássico filme Easy Rider (aqui no Brasil com o título Sem Destino), que trata muito bem sobre o que trago para a discussão. O diálogo, conduzido pelo personagem de Jack Nicholson para Dennis Hopper e Peter Fonda, é mais ou menos assim: “As pessoas desejam ser livres, mas não se permitem. Quem são vocês para jogar na cara delas o fato de serem livres? Elas vão odiar vocês por isso.”
Parece que todo esforço que fazemos é para enquadrar as pessoas. Somos normóticos e tentamos a todo custo evitar que as pessoas ascendam à um nível de consciência diferente do socialmente aceito, seja em que perspectiva for e de forma tão sutil que não percebemos o estrago (a não ser quando nos atinge).
Uma vez, ainda no “antigo” segundo grau, pedi para que meu inesquecível professor de história Frederico José Falcão, vulgo Fred, definisse uma situação histórica a qual discutíamos. Ele me deu a mais linda das respostas, a qual guardo comigo até hoje:
“A definição, por si só, é uma prisão de idéias.”
Fred ensinou-me a ver a história através de outro prisma. Além da perspectiva do vencedor e derrotado, do conquistador e conquistado, do colonizador e colonizado. Ele abriu minha percepção para algo que está além da montanha do senso comum e ensinou-me a escalar para ampliar minha visão através da minha própria experiência. Ele me deu coragem para ter minha própria opinião a partir dos fatos.
Estes questionamentos e reflexões servem não só para quem lida com o talento de outro, mas também como encara a expressão dos seus próprios talentos. Ocupe-se com os resultados; aqueles que quer para si e para os outros, mas faça isso com clareza e sem podar ninguém, mesmo que esse “ninguém” seja você.
Eu tenho um talento … e agora, o que faço?
Jason Sagara
Categoria: Empregabilidade, Recursos Humanos
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Olá , me chamo Brunna Martins Santiago e gostaria de mostrar a vcs o meu grande talento . O meu talento simplismente é o DOM de cantar. Minha voz como todos dizem : Maravilhosa . Muitas pessoas já falaram para mim invertir neste talento maravilhoso mais não me deram chances. Se vcs mesmo gostarem ou conhecerem alguém que seja real e que invista num talento precioso como o meu , me retorne pelo o email . Grata; Brunna Martins Santiago .
Bruna,
Não registramos e-mail dos internautas, porém se alguém manifestar interesse pode nos comunicar e passaremos para você.
Abraços,
Prof. Rita Alonso
Exatamente Brunna fica aqui o seu recado e solicitação.
Quem sabe algum de nossos leitores não se manifestam.
abraços e sucesso
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